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AACD colabora com o PJ e oferece aula muito educativa para os estudantes do programa

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AACD colabora com o PJ e oferece aula muito educativa para os estudantes do programa
Foto: Aline Rezende (CMU)

A Escola do Legislativo da Câmara de Uberlândia recebeu, na tarde desta quarta-feira (28), a Terapeuta Ocupacional da Associação de Assistência à Criança Deficiente – AACD Uberlândia, Maria Eduarda Gonçalves, para uma aula expositiva sobre o trabalho dos terapeutas ocupacionais (TO’s) dentro do contexto do Subtema 3 do Parlamento Jovem Minas 2026, que é “Espaços acessíveis e ambientes inclusivos”. A profissional aproveitou a oportunidade e trouxe para os alunos recursos que os TO’s utilizam no trabalho de readaptação e estímulo às atividades funcionais com crianças, adultos e idosos com algum tipo de deficiência ou sequelas de AVC, por exemplo, proporcionando dinâmica na abordagem.

O encontro desta tarde foi aberto pela assessora da Escola, Kênia de Rezende, que expressou a alegria em receber os alunos para a 5ª oficina deste ano do PJ e expectativas positivas na palestra de hoje.

Maria Eduarda Gonçalves abordou o papel dos Terapeutas Ocupacionais, dentro da área da saúde, em desenvolver, nas pessoas com deficiência e dificuldade em se movimentar, a capacidade de superar limitações e realizar atividades do cotidiano, como escovar dentes, usar talheres, escrever, cortar, vestir roupa, e outras mais, reduzindo a dependência por outras pessoas. Esse mesmo trabalho, segundo explicou Gonçalves, é feito com pessoas que sofreram o Acidente Vascular Cerebral (AVC).

“A gente planeja a inclusão, a participação, que eles se sintam incluídos, porque incluir não significa pertencer. Muitas pessoas são incluídas, mas elas não pertencem, elas não participam”, disse a terapeuta ocupacional sobre a inclusão.

Sobre a abordagem do Subtema 3, Maria Eduarda foi enfática ao afirmar que “a temática é toda sobre a TO”. “A gente trabalha com todas as questões da inclusão do Subtema (3), da acessibilidade que vocês colaram (abordados na edição do PJ Minas 2026), de rampa, do elevador, questões visuais, tudo”, explicou.

Como explicou aos alunos, a acessibilidade só é percebida para quem necessita dela. Para isso, a TO trabalha com a ergonomia dos espaços, das metragens, por exemplo, para as portas se tornarem acessíveis aos cadeirantes nos banheiros e espaços públicos. “As leis garantem (a acessibilidade), mas nem sempre é perfeito”, disse a terapeuta, ao lamentar o uso da vaga para pessoas com deficiência por outras que não vivem essa realidade.

Outras áreas de atenção da TO (Terapia Ocupacional), como foi explicado aos alunos, está na tecnologia assistida e nas órteses, uma das principais áreas da TO, usadas para melhorar a funcionalidade de membros e articulações lesionados.

Sobre a importância dessa da reabilitação funcional, Maria Eduarda questionou se as escolas estariam preparadas para receber alunos que não conseguem pegar um garfo e se haveriam profissionais de apoio para todos eles.

Recursos de baixo custo

Num momento de abordagem interativa, a terapeuta ocupacional, Maria Eduarda Gonçalves, mostrou aos alunos do PJ Minas de Uberlândia instrumentos adaptados de baixo custo que os profissionais da TO utilizam no trabalho com as crianças na AACD e com adultos e idosos, como copos adaptados com cavidade aberta para facilitar a ingestão, o manuseio e evitar o engasgo; talheres com engrossador de EVA para pegar, para atender aqueles que precisam de preensão e para outros que não fazem movimento, auxiliando crianças a levarem a comida na boca; engrossadores na caneta para auxiliar a pinça entre os dedos indicador e polegar; tesouras adaptadas; cortador para substituir a faca; talher adaptado com termoplástico para pegar comida e levar à boca, além de outros recursos e adaptações que, segundo Maria Eduarda, podem ser feitos com muito baixo custo.

Ela também exibiu uma órtese 8 ou em anel para quem tem “dedos em garra”, confeccionadas com termoplástico, sob medida, com observância dos ângulos e medidas certas.

Interação com os alunos

Os alunos ainda acompanharam a cartilha da AACD, com diretrizes técnicas para acessibilidade, com vistas a atender pessoas com deficiência visual, auditiva, outras com sequelas de acidentes, cadeirantes.

Em conversa com os alunos, ela ainda abordou a acessibilidade, em espaços públicos como shoppings, de pets que auxiliam os deficientes visuais. “Sempre pessoas com limitação precisam brigar para que elas tenham direito”.

O momento foi propício para os alunos relatarem experiencias acerca da acessibilidade, como a obrigação de ceder a cadeira no ônibus para pessoas com deficiência visual, a necessidade de carrinho adaptado para atender os acompanhantes de pessoas com deficiência nos supermercados, a necessidade de profissionais de TO dentro das Unidades de Saúde para trabalhar a reabilitação funcional de pacientes com limitações e tornar essas pessoas mais independentes, dentre outros.

Ao final da palestra, os alunos foram incentivados pela assessora Kênia de Rezende a escrever ideias para propostas de lei sobre os três subtemas já trabalhados nas oficinas, escrever essas propostas em formas de frases e apresentarem justificativas para cada uma delas.

Os estudantes também foram informados de que devem apresentar, no mínimo, duas propostas de lei para cada subtema.

Fonte: Departamento de Comunicação (Emiliza Didier)

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