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Coletivo Feminino de Ação Popular tem direito de resposta a fala do vereador Cristiano Caporezzo

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Coletivo Feminino de Ação Popular tem direito de resposta a fala do vereador Cristiano Caporezzo
Foto: Aline Rezende

A representante do Coletivo Feminino de Ação Popular, Sandra Nascimento, compareceu remotamente à 1ª reunião ordinária do mês de julho, dia 05, para apresentar resposta ao pronunciamento na tribuna pelo vereador Cristiano Caporezzo (Patriota) durante reunião ordinária realizada no mês passado quando propôs ao plenário Moção de Repúdio contra Cartilha sobre o aborto legal editada pelo Centro de Atendimento às Vítimas de Violência Sexual da Universidade Federal de Uberlândia (UFU).

 

Sandra Nascimento, na resposta apresentada pelo Coletivo Feminino de Ação Popular, afirma que o vereador Cristiano Caporezzo realizou acusações infundadas, sexistas e misóginas contra o Coletivo afirmando que este é eugenista, racista e que as mulheres eram lixo. Sandra Nascimento disse que não pretende educar e conscientizar o vereador e apoiadores que difamam, calunia e humilham as mulheres e, que foi encaminhada correspondência privada a todos vereadores repudiando o pedido de Moção de Repúdio.

 

Cristiano Caporezzo, disse Sandra Nascimento, também responderá judicialmente por suas publicações no Instagram  e que ele não irá calar as mulheres ou deslegitimar as lutas das mulheres contra o machismo e, que a Cartilha é um importante trabalho de orientação durante a pandemia e que trata do aborto legal previsto pelo Código Penal. Sandra Nascimento considerou que do vereador Cristiano Caporezzo não irão esperar nada além dos estragos gerados contra mulheres e meninas com mentiras obtidas em sites de fake news.

 

As mulheres têm o direito de decidir sobre seu próprio corpo, direitos sexuais e reprodutivos e que não cabe a nenhum homem relativizar esses direitos ou criar confusão e desinformação e, lembrou que misoginia é crime e que ao rasgar a carta enviada ao vereador Caporezzo e a todos os outros cometeu este crime de misoginia além de falas mentirosas e falaciosas que não contribuem com a discussão da violência contra as mulheres num país que mata uma mulher a cada 2 horas e 180 estupros por dia, sendo a maioria meninas com menos de 13 anos de idade. Sandra Nascimento afirma que é preciso combater as práticas de opressão contra a vida e corpos das mulheres.

 

A professora Jorgetânia da Silva Ferreira, do Grupo Mães pela Vida, considerou que o direito de resposta é fruto de mais uma violência contra as mulheres e que se há aborto legal é porque houve um estupro antes disso e que o feminismo é luta pela igualdade prevista na Constituição. O vereador Cristiano Caporezzo respondeu que a manifestação do Coletivo é motivo de alegria e satisfação, proferiu palavras afrontosas às feministas e afirmou que a direita chegou para ficar. A vereadora Amanda Gondim pediu ao Comitê de Ética da Câmara Municipal que apure os fatos e o vereador Cristiano Caporezzo seja responsabilizado de acordo com o Código de Ética do Legislativo.

 

Fonte: Departamento de Comunicação CMU (Eithel Lobianco Junior)

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