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PJ proporciona oficina interativa e jovens aprendem a língua de sinais durante dinâmica

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A atividade de hoje atende à abordagem do Subtema 2 do PJ 2026, que é “Direito à informação e à comunicação”
PJ proporciona oficina interativa e jovens aprendem a língua de sinais durante dinâmica
Foto: Aline Rezende (CMU)

O encontro do Parlamento Jovem Minas (PJ), ocorrido na tarde desta quarta-feira (15), no Plenário da Câmara de Uberlândia, inspirou os alunos do ensino médio a aprender a Língua Brasileira de Sinais (Libras). A motivação partiu da oficina interativa que os participantes do programa tiveram, na qual o palestrante Marcos Samuel Rocha, supervisor de RH em Diversidade e Inclusão do grupo Algar, dedicou tempo nas explicações acerca do aprendizado da Libras e da habilidade que desenvolveu ao cooperar na comunicação com a comunidade surda dentro da empresa, além de ensinar aos alunos como os gestos comunicam com os surdos, o alfabeto de sinais e os sinais que expressam sentimentos e locais mais comuns, como amar, se desculpar, escola e trabalho.

A equipe da Escola do Legislativo recebeu os alunos e o palestrante. A diretora da Escola, Rita Virgínia destacou, na abertura da oficina, que o momento seria de aprendizado e refletiu: “Falar de inclusão não é apenas sobre espaço, mas garantir que todos tenham voz de verdade”.

A atividade de hoje atende à abordagem do Subtema 2 do PJ 2026, que é “Direito à informação e à comunicação”.

O supervisor Marcos Rocha se apresentou aos alunos com fala verbal, mas também com a língua de sinais. O palestrante fez uso da tribuna de onde pode falar sobre a experiência da inclusão na área corporativa e apresentar o conteúdo programado com informações, aspectos históricos e formas de comunicação que remetem às pessoas que possuem perda auditiva total ou parcial, seja ela de forma congênita (de nascença) ou adquirida.

No trabalho, Marcos Rocha explicou que a oportunidade surgiu após a empresa onde trabalha precisar de um funcionário que soubesse entrevistar, responder e interpretar pela língua de sinais. O trabalho que desenvolveu com a comunidade surda na empresa o levou ao cargo de supervisor e, atualmente, a empresa contrata pessoas com diversos tipos de deficiência, em especial, pessoas surdas. Nesse contexto, ele precisa dar apoio nas reuniões, com auxílio na comunicação da língua de sinais, feedback e realização de palestras internas.

Na oficina com os alunos, o supervisou procurou desenvolver a língua de sinais e falar sobre a importância de se aprender o alfabeto de sinais para uma comunicação do dia a dia com os surdos, uma vez que eles são pessoas capazes de realizar qualquer atividade. “A única trava está na comunicação. Infelizmente, não são todos os lugares que têm a inclusão”, lamentou.

No aspecto da língua, Marcos Rocha explicou que cada país tem a própria língua de sinais, com gramática e expressões e que é capaz de se modificar com o tempo, conforme a necessidade. Além disso, enfatizou o aspecto gestual da língua de sinais, na qual o corpo fala e a comunicação depende do movimento dos braços e das expressões faciais. “A gente fala que está bem com um sorriso”, explicou Rocha.

No aspecto histórico, lembrou que a Libras tem início no Brasil em 1857 com a fundação do Imperial Instituto dos Surdos e Mudos, conhecido atualmente como Instituto Nacional de Educação de Surdos (INES), quando a família imperial trouxe o professor francês surdo Ernest Huet, que ensinou a língua de sinais francesa. Aqui, a língua se misturou aos sinais naturais já utilizados pelos surdos brasileiros, formando a base da libras, reconhecida no Brasil em 2002 para fins de garantia de direitos e acessibilidade em todos os lugares.

Na comunicação surda, como pontuou Rocha, o contato visual é o mais importante, devido à sinalização com o corpo. Outras peculiaridades está o toque no ombro para chamar a atenção, a sinalização visual, com luz piscando das campainhas nas residências, a vibração de despertadores próprios para despertá-los pela manhã, dentre outros. A expressão como um “marcador forte” na comunicação com pessoas surdas foi bastante ressaltada pelo palestrante. “Ao fazer uma pergunta, a sobrancelha levanta. É uma forma de comunicação, um marcador”, disse Rocha.

O espaço também entra como elemento fundamental na comunicação com pessoas surdas, como explicou Marcos Rocha. “Tudo que está ligado ao futuro está na frente, o agora, o passado está para trás, logo, ao redor, tudo conversa”, disse o supervisor ao mostrar como as mãos gesticulam para frente, para os lados e para trás para expressar sobre os tempos. Para contar uma história também, os dedos se movimentam para frente para indicar uma ou mais pessoas e os braços se movimentam para contar as histórias.

Outros aspectos importantes ensinados pelo supervisor em Diversidade e Inclusão está em saber o tipo de comunicação que a pessoa surda prefere manter, se via mensagem por telefone, ou aplicativos, não gritar para a pessoa ouvir, trata-la como um adulto normal, sem infantilizar a fala e aproveitar aulas de libras no Youtube, Tik Tok e Instagram para aprender a língua.

Dinâmica

Após a apresentação, o palestrante Marcos Samuel Rocha, supervisor de RH em Diversidade e Inclusão do grupo Algar, convidou os alunos para se levantar e aprender o alfabeto de sinais. Cada letra, de “a” a “z” era gesticulada e muitas com movimentos. Motivados, os jovens aprenderam também cumprimentos como “bom dia”, “boa tarde” e “boa noite”, “licença”, “por favor”, “obrigada”, “de nada”, e saudações como o “tchauzinho”. Eles ainda aprenderam expressões na língua de sinais como de felicidade, os gestos de sentimentos como gostar, desculpar, amar, os de desejos, como o querer, os de ações, como explicar e ensinar e os de locais, como trabalho, empresa e escola.

Ao final da oficina, a assessora da Escola, Kênia de Rezende, passou atividade para os alunos já pensarem sobre ideias relativas às propostas de Lei acerca dos dois subtemas já trabalhados nos encontros, que são os subtemas 1 e 2: “Enfrentamento ao capacitismo e à violência” e “Direito à informação e à comunicação”.

Fonte: Departamento de Comunicação (Emiliza Didier)

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